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8.12.20

2020 em Músicas


Muito embora estejamos no começo de Dezembro e que ainda faltam alguns bons dias para acabar o ano, para mim ele já está praticamente acabado. Ou quem sabe essa minha visão seja apenas a minha vontade de que esse ano vá embora de uma vez. Verdade seja dita, 2020 é um ano que vai ficar marcado por uma aura estranha, um misto de tempo perdido com tristeza de termos passado por um árduo momento histórico. Enquanto alguém que costuma absorver o clima do ambiente, ainda que deteste isso, 2020 foi um ano muito emocional para mim, muito mais do que eu gostaria que tivesse sido. Preocupações, medos profundos, receio de não corresponder ás expectativas dos outros e ás minhas próprias, temor pelo fracasso. Esse ano eu fui sufocada por uma torrente de sentimentos que, em anos anteriores, sempre atarefada com meu cotidiano, nunca me dei o luxo de gastar tempo ou lágrimas com.

Em certos momentos, eu simplesmente tive medo de ser afogada por esses sentimentos. Minha realidade é preenchida por atribulações, e certamente não possui brechas que me permitam falhar simplesmente por estar triste com coisas tão pequenas. Assim sendo, mergulhei de cabeça nos mais diversos meios de entretenimento para me salvar de mim mesma, distrair minha cabecinha que só pensava em coisas improdutivas. Esse post é uma carta de amor e agradecimento à todas as vozes que acalentaram meu coração, me fizeram sair do lugar e ter energia para encarar o dia-a-dia.

23.10.20

Minhas Aberturas de Anime Favoritas

Nyo-hou ~, gente bonita! Tudo de buenas com vocês? Tudo de buenas comigo. Mais uma vez eu quase ia esquecendo que hoje era dia de postar, mas por algum milagre lembrei. Como essas introduções a gente geralmente usa para fazer as atualizações pertinentes da vez, posso começar dizendo que terminei tudo que, até então, teve lançamento concluído em JoJo. Isso quer dizer que eu acabei a Parte 7 — e nem acredito nisso, honestamente. Foram de um mês a dois meses e meio que investi para "completar" essa grande saga da família Joestar, e encontrar um shounen que, afinal, parece ter sido feito pra mim. Teremos futuras oportunidades para discutir mais sobre isso, ah se teremos! No mais, estou colocando muitas leituras que posterguei para frente, e como todas são de mangás relativamente breves, pretendo comentá-los numa postagem voltada só para isso. Talvez ele seja até temático de uma determinada autora. Quem? Vocês devem estar se perguntando. Minha resposta é: me aguardem! A postagem de hoje é mais leve do que nossas últimas, e consegui ser bem econômica na minha prosa, ora vejam só. Eu já fiz um post falando sobre aberturas e endings aqui no blog (www) mas eu nunca fiz nada mais definitivo, sobre AS aberturas que eu gosto. Cá está então! Espero que gostem >>>

30.9.20

Indicando Músicas Francesas

Olá, olá, gente do meu Brasil brasileiro! Cá estamos nós para uma postagem cheia de alegria, sonoridade e uns poucos dedos de prosa sobre algo muito importante que aconteceu comigo essa semana. Antes de mais nada, gostaria de agradecer ao pessoal que comentou na postagem passada respondendo minha questão sobre a leitura do nosso novo lay, se estava boa ou terrível — a opinião de vocês sempre me ajuda muito nesse aspecto e pode deixar Snow, esse daqui eu não pretendo mudar nem tão cedo!. A "coisa importante" da qual estou falando é referente à uma passada que dei no hospital essa semana para atualizar alguns exames meus sobre aquele problema, lembram? Sim, o do meu útero. Não se preocupem, não é nada de extrema urgência! Nesses exames mesmo já consegui adiantar alguns procedimentos que vão me ajudar à levar um dia-a-dia melhor, especificamente um chamado histeroscopia. Inclusive, devo lembrar à mim mesma para nunca tomar café antes de fazer esses exames, pois dessa vez eu tomei e não pude ser anestesiada, só levemente sedada. Senti tudo acontecendo, se é que vocês me entendem. Penso se futuramente isso vai ser útil para alguma cena escatológica das minhas histórias - pois sim, não estou brincando, pretendo reaproveitar essas experiências incômodas na prosa. Apesar de tudo, esse não é o assunto do post de hoje, a nossa conversa vai ser sobre música. Música francesa, mais especificamente. Desde o começo do ano, eu venho me aprofundando mais nas mídias musicais oriundas da França, e venho me surpreendendo bastante com a qualidade das produções, especialmente falando das letras, que, à mim, parecem corresponder bem àquela classificação de "canções etéreas". Inclusive, vejo que é do tipo de termo que costuma ser confuso para muita gente responder nas tags e Liebster Awards bate na madeira da vida. Quer conhecer algumas músicas nessa língua? Segura na cadeira e segue o fio >>>

18.9.20

As Aventuras Bizarras de Lives Vendendo a Alma dela para JoJo

E aí, gente legal? Tudo bem com vocês? Espero que sim. Galera, sinceramente, quem sobreviver à essa pandemia vai ter muito o que contar, de verdade. O ócio da quarentena está deixando muito tempo livre para eu pensar em besteira, em coisa ruim. Ontem mesmo eu estava pensando em publicar um desabafo mega dramático hoje no lugar desse post sou meio drama queen às vezes de um dos meus momentos de "pensamentos intrusivos", mas melhorei meu humor hoje e acabei desistindo de mostrar esse meu desabafo. Só escrevê-lo já foi o suficiente, não preciso preocupar vocês com meus devaneios dramáticos. Em todo o caso, muita coisa importante vai acontecer essa semana. Eu honestamente prefiro contar depois que já tiver acontecido, mas posso adiantar que são coisas boas - bem pessoais, no entanto. Logo, não esperem nenhuma novidade bombástica no âmbito do blog. E devo confessar que eu estava em dúvida do que postar logo depois da nossa última blogagem do Together, que foi uma verdadeira aventura para mim e acabou saindo um post bem cabeçudo. Fazer o quê, eu sou uma pessoa cabeçuda. Mas até gente como eu precisa de coisas leves para espairecer e esquecer um pouco dos problemas da realidade. Foi nesse momento que eu e JoJo nos encontramos. Eu já devo ter comentado em algum lugar por aqui que estou assistindo ao anime, e de verdade, fazia tempo que eu não me sentia tão contente e tão conectada com um shounen. Desde YuYu Hakusho, para ser mais precisa. Pois sim, eu aprecio Boku no Hero, Shokugeki no Souma e Doctor Stone sim, me julguem, mas apreciar não é o mesmo que amar - e a coisa aqui tem muito amor envolvido. Curiosidade bateu? Se aprochegue mais e vamos conversar sobre esse anime bizarro de pirar o cabeção >>>

4.9.20

As Músicas de Diabolik Lovers

E aí, bacanas? Como andam as coisas aí do lado de vocês, hein? Espero que bem. Nosso aniversário foi bem divertido para mim, e para vocês? Eu gosto desses posts que me dão a oportunidade de mostrar minhas poucas habilidades no Photoshop. Inclusive, gostaria de agradecer às suas felicitações e aos presentes que ganhamos! Pois sim, você pensa o quê? O Dama de Ferro é um blog amado, minha gente. Obrigada Pamu, por sua linda plaquinha do Tamahome e da Miaka de Fushigi Yuugi (www), ela ficou lindíssima e combinando com a paleta do nosso próximo layout! E obrigada Shana, por sua plaquinha e pela lindíssima mensagem que dedicou para mim e meu bloguinho (www), fiquei emocionada <3 E sim, estaremos retornando ao tópico vampiros na TPM pelo qual o Dama de Ferro é bem famoso. A razão, em base, é que eu terminei de jogar até o Lost Eden fazem alguns meses, e li os guias do Chaos Lineage - essa experiência, como um todo, me deixou feliz e mais animada com a franquia. À partir do Dark Fate, Diabolik Lovers muda um pouquinho o foco e a abordagem de suas histórias, dando mais enfoques à certas problemáticas mais interessantes do que romances abusivos sem pé nem cabeça. Inclusive, se você quiser ignorar os dois primeiros jogos e começar logo do Dark Fate, vai na fé, eu recomendo. No entanto, o assunto de hoje não é sobre o game, mas sim sobre as tão famosas, tão maravilhosas músicas de Diabolik Lovers. Acho que desde antes do hiatus estou devendo este post, então vamos logo tirar nosso atraso >>>

3.7.20

Marginal#4 | Pitágoras Nunca Mais Será o Mesmo

E aí, galerinha bacana da internet? Olha, eu ando muito orgulhosa de mim mesma por estar conseguindo atualizar esse lugarzinho com mais frequência. Quero produzir o conteúdo que puder, durante esse tempo que agora eu disponho. À propósito, eu gostaria de usar esse início pra contar como foi que esse post nasceu. Tudo começa, na verdade, com meu caro amigo Jou, que me lembrou que Marginal#4 tinha um anime. Do tipo, não que eu tenha esquecido-o de todo, mesmo porque ele estava na minha lista lá no MyAnimeList - mas tinha tanta coisa melhor pra ver que acabei deixando ele na geladeira por bons três anos. "Como assim coisa melhor?", digamos que a média 6,67 agregada pelo nosso caríssimo aplicativo de lista me desanimou um bocado. Também, eu não lembro de ver ninguém comentando sobre esse anime na época em que ele saiu, e olha que a galera do Twitter não faz bico com anime não, consome desde carne de primeira até as tranqueiras com gosto de papelão.

Meu pensamento imediato foi: é uma bosta. A Rejet não tem um bom histórico quando se trata de investir em produção animada vejam Diabolik Lovers, o melhor exemplo possível e a nota ali de cima me ajudou a confirmar isso. Inclusive, minha intenção era fazer um post estilo Diário só pra zoar do anime, mas assim que eu comecei à assistir, bem... Percebi que aquela máxima do "não leve a nota do MAL à sério" se aplica até nos lugares mais inusitados. Prontos para mais uma TBT alá "A boa filha à casa torna?" Sigam-me os bons, então >>>

14.6.20

Together | O Amor nos Tempos da Cloroquina

Como vocês vão, oh povinho da internet? Eu vou bem, obrigada. A enrolação padrão de hoje poderia ficar do tamanho de um post normal mesmo, tendo em vista quantas coisas interessantes e dignas de citação aconteceram essa semana - mas como vão haver posts solos para pelo menos duas delas, a gente resume algumas coisinhas, não é mesmo? Acho interessante dizer que eu estou prestes à ter um ataque de pelanca por causa do meu computador. Ele morre e volta, morre e volta o tempo todo, e eu estou rezando muito para que geeezaz me ajude nesse momento, pois se esse PC morrer de vez vai acabar com a minha diversão noturna, que é mexer e fazer coisinhas no blog - coisinhas que, aliás, futuramente vocês verão do que se trata.

Em segundo ponto, queria citar que andei fazendo algumas TBT's de animes antigos que eu amo, tentando apresentá-los para a minha irmã. Minhas escolhas foram Sailor Moon e Sakura Card Captor, que miraculosamente conseguiram prender a atenção dela. Nessa brincadeira, também me peguei assistindo alguns episódios de Fushigi Yuugi de novo, e estou pensando seriamente em reassistí-lo todo novamente para fundamentar melhor algumas opiniões minhas (mas que fique dito, é um dos animes que mais gosto, independente dos defeitos). Eu também terminei de ler Inu X Boku SS, mas qualquer coisa que eu tenha para dizer sobre vai ficar para um post especial que tenho em mente, no modelo de mini-resenhas que fiz aqui (www). Sem mais delongas, vamos para este que é provavelmente a última blogagem para o Together desse mês >>>

13.5.20

5 Years with Monsta X


14 de Maio de 2015 foi o dia em que a árdua caminhada dessas sete pessoinhas começou, e eu não podia estar mais feliz de perceber o quanto vocês cresceram, cinco anos depois de toda aquele circo que foi o No Mercy - realmente, naquele reality show dos infernos (LEE, Minhyuk - 2018) não havia espaço para esse tipo de coisa. Eu vou ser honesta com meus leitores: eu nunca assisti o No Mercy, e nem quero. É um estresse pelo qual eu não preciso passar, ainda mais agora que o Wonho saiu.

Estou com eles desde finalzinho de 2016, quando o The Clan Part.2: Guilty saiu, e quase quatro anos depois, me assusta e me deixa feliz ver o quanto consegui me afeiçoar à essas sete criaturas tão fantásticas, assistir vários e vários perrengues de camarote, bem como vendo que o esforço deles rendeu frutos. Esse post vai ser uma fã abrindo o coração, nada mais nada menos que isso - e enquanto escrevo isso aqui, sinto as emoções fluírem por meus poros, desde as mais contentes até as mais tristes. Em partes, se hoje consigo me abrir dessa forma a partir de palavras, se me tornei capaz de ser empática com pessoas que nunca conheci pessoalmente e que certamente nunca vão me conhecer, devo em partes à vocês.

8.4.20

Together | Quando o Tédio é Rei

Sejam bem-vindos, população! Tudo bom? Estamos aqui reunidos no dia de hoje para mais uma blogagem do nosso querido, amado, precioso Tchuguedah, que é mestre em propor coisas que me fazem pensar um bocado antes de escrever, e dessa vez não foi diferente. Aliás, antes de começar, indo para a enrolação padrão de todo o começo de post, tenho duas coisas a comentar. Primeiro: eu zerei o Resident Evil 1 (sim, o remake) no dia de hoje, e peguei o final mais mixuruca possível! Eu estava até reclamando no Twitter mais cedo sobre isso, porque minha gente, eu fiquei tri-revoltada com essa breguessa! Como eu optei por jogar sem qualquer auxílio de detonado, não fiquei sabendo que esse jogo tinha final alternativo e tomei na jaca. Apesar disso, o jogo é maravilhoso, foi uma experiência 10/10 e foi um prazer conseguir zerá-lo com honras e glórias, sem detonado algum.

A segunda coisa é que eu ganhei o sorteio de aniversário do Hishoku no Sora, e além de ganhar uma belíssima plaquinha (www) ganhei mimos feitos pela própria Shana, que aliás já sabe qual o tema do nosso próximo lay! Mas fiquem tranquilos, pretendo mudar esse lay do Lan Zhan só mais pra frente, gosto muito desse <3 Beleza, agora sem enrolar mais, vamos à proposta do Tchuguedah dessa vez. São três temas que a Shana passou dessa vez, mas eu optei por fazer só dois, e essa a primeira parte dessa aventura. Futuquem aí no botãozinho pra ler mais >>>

30.3.20

Algumas Openings/Endings Que Amo

E aí, meu povinho do bom? Com vocês estão, tudo numa boa? Mais um post que estou escrevendo na quarentena, enquanto tento me acalmar. Meu estresse nem é tanto pelo vírus, mas sim porque eu não estou conseguindo estudar! Velho, eu tô tentando tirar motivação pra isso de algum lugar, mas não tá dando. Eu preciso me concentrar pra render estudando, e tô preocupada com o que pretendem fazer com o ENEM desse ano - afinal, não se engane, não sou só eu que estou assim, é meio mundo de gente. Para além disso, ando lendo bastante: li duas hq's do Batman ("Veneno" e "Amaldiçoado"), li Paradise Kiss (pelo amor de Deus, leiam esse mangá) e li um livro que foi uma grata surpresa para mim, o consagradíssimo "Metrópolis" da Thea Von Harbou. Cara, que livro sensacional, que leitura deliciosa, não sei nem o que dizer. E sim, pra quem pensava que Metrópolis era só o filme de 1927 do Fritz Lang, nananinanão, antes de ser filme, ele foi um livro escrito por uma mulher. Legal, não? Só não exalto mais essa autora porque, infelizmente, ela fez parte do partido nazista, ainda que ela tenha tentado correr atrás do prejuízo após a Segunda Guerra. Mas sério, leiam esse livro, é uma obra incrível!

Mas, o assunto da vez é outro. Aqui, eu quero falar um pouquinho de algumas músicas de anime que amo, dizer o porquê e, de quebra, acabar indicando alguma coisa para vocês assistirem ou lerem aí na quarentena. Só um pequeno disclaimer: eu vou fazer o máximo pra me afastar das aberturas boas que todo mundo conhecem, tipo "Again" de FMAB ou "Unravel" de Tokyo Ghoul. Amo elas também, mas vamos dar oportunidade aos coleguinhas também, certo? Vamos nessa>>>


20.10.19

Together | A Bruxa Está Solta, Camaradas

Olá, povinho bonito! Eis que eu volto com um post muito bacana do Together para vocês, com uma temática que eu gosto muito, que é Halloween, aquele famigerado dia das bruxas. Antes de começar o post, eu queria compartilhar uma ideia que eu tive para comemorar a data nesse ano: uma maratona daquelas de filme de terror na semana do dia 31. Porque assim, eu adoro esse gênero, comecei a aproveitá-lo melhor esse ano e vou tentar estabelecer esse ritual. Vai ter uma listinha com subgêneros, do tipo terror comédia, filme de zumbi, filme antigo, filme thriller, filme do new french extremity (entendam como sangue à rodo e tramas perturbadoras), terror psicológico, gore e filme brasileiro. Acho que, esse ano, nessa parte de filmes brasileiros, vou fazer uma maratona especial dos filmes do José Mojica Marins, o dito cujo "Zé do Caixão", e recomendo muito que deem uma olhada nos filmes dele, porque mesmo com uma tecnologia nada favorável pra época dos seus filmes, o Zé construiu enredos realmente assustadores, a exemplo do primeiro filme dele, o "À Meia Noite Levarei Sua Alma". Quem não gosta de assistir mas quer saber mais, vou deixar um vídeo aqui (www) de um dos meus canais favoritos de terror sobre o filme, mas já avisando: o vídeo tem spoiler, ok? Sem mais delongas, vamos ao post.