17.1.21

18 Anos Com Amor e Sobre o Que Vem Depois

A Lives blogueira veio ao mundo junto com o Dama de Ferro, mas a pessoa por trás de Lives (a.k.a. Lívia) veio alguns anos antes, mais especificamente em 17 de Janeiro de 2003. De lá pra cá já fazem dezoito anos de muito estresse (para mim e para meus pais), aprendizados, decepções, sonhos conquistados e novos sonhos adquiridos, algumas experiências falhas com o amor, enfim, tudo o que uma pessoa normal já deve ter passado se chegou na idade em que eu cheguei. Verdade seja dita, eu passei um tempinho pensando em que tipo de post eu deveria fazer num dia como esse. Primeiro, eu quis fazer algo no estilo "18 Lições em 18 Anos", mas não demorei muito a perceber o quão pretensioso seria fazer algo assim. Sim, 18 anos são muito tempo, mas não o suficiente para eu querer dar uma de velha sábia. Depois, pensei em fazer algo como "Metas Para o Futuro", mas não me pareceu algo interessante o suficiente para escrever. No fim, fiquei meio incerta do que fazer, e comecei meio sem querer a refletir o quanto as coisas mudaram de uns tempos pra cá. Passei muitos anos alimentando raiva contra mim mesma, remorso, buscando perfeccionismo e um sentido de perfeição simplesmente inalcançáveis. Meu eu de dezoito anos aprendeu o quanto tudo isso era irrisório, e o quão pouco é o tempo que cada um de nós tem aqui, na terra, para me prender a esse tipo de coisa. Acho que meu eu de dezoito anos é mais feliz do que todos os meus eus anteriores. Ela sabe o que quer fazer na faculdade, ela sabe das coisas que gosta e que não gosta, ela já sabe até aonde seu limite vai, e isso me deixa especialmente contente no dia de hoje. Não sou muito fã de festas, mas já descobri que minha mãe comprou um bolo pra mais tarde, quando eu voltar do ENEM. Sobre o ENEM, eu tenho mais ou menos uma ideia de como ele vai acabar. Muita gente vai se decepcionar comigo, mas nesse ponto ninguém vai estar mais decepcionada comigo do que eu mesma. Vagabundei um monte esse ano (em casa, é claro), fiz nada de útil, mas até certo ponto fico feliz de ter aproveitado esse tempo. Acredito que a partir de agora a brincadeira acabou. Pois bem, esse texto ficou confuso para um cacete, mas espero ter me feito entender, de alguma forma. Obrigada a todos os leitores que acompanham esse e mais outros buzilhões de textos que escrevo, vocês fazem parte de um período extenso da minha vida e eu sou grata por isso. Um xero em todes, que eu disponha de muitos anos mais para conversar com vocês através desse meu tão amado bloguinho.

6.1.21

Vamos Falar da Experiência Uraboku

E aí, gente legal? Tudo bem com vocês? Vejam só, nosso primeiro post do ano! Por falar nisso, feliz ano novo para vocês aí do outro lado. Espero de verdade que 2021 seja um pouquinho menos pior do que 2020 para todos nós. Eu até pretendia fazer um post como "ritual de passagem" de um ano pra outro, mas todos os textos que escrevi ficaram só terrivelmente piegas, então né. Vou poupar vocês disso. Devo dizer que eu nem estava planejando fazer post de análise tão cedo aqui, afinal acabamos de começar 2021, mas as minhas primeiras leituras foram tão surpreendentes para bem ou para mal *risos* que a mãozinha coçou, não resisti. Inclusive, se tem um negócio que foi saldo positivo do ano passado foram minhas leituras — muito embora eu tenha lido pouquíssimos livros e um monte de mangá. Taí, uma promessa para 2021: balancear minha leitura de livros e de mangás. Vejamos se eu cumpro, podem me cobrar no fim do ano. Sem mais delongas, vamos começar esse post tri-cheiroso da minha experiência com Uraboku >>>